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Leitura de Almoço IV

Boas.

Para começar, deixem-me contar-vos uma história. Um ex-recluso é contratado por uma senhora para matar alguém, e a vítima, por acaso, era uma conhecida do assassino. Este, com pena, e até porque preferia “comer” a vítima do que matá-la, fingiu a morte da rapariga, recebeu o negociado e viveu feliz com a pobre da “assassinada”.

Essa felicidade não durou muito, porque pouco tempo depois, a cliente do assassino viu o assassino e a “assassinada” aos beijos, a demonstrar a sua paixão pela feira da cidade a fora. A cliente, óbviamente ficou extremamente furiosa, indignada até e decidiu tomar uma atitude, impôr-se, ferozmente, diga-se de passagem.

“Uuuuuuu..De que maneira?”, pensam vocês com uma certa curiosidade.

Ora a senhora, depois de passar a noite toda a pensar na sua vingança e como servi-la bem fresquinha, saiu de casa e foi direitinha…..à polícia, (claro! quem mais lhe resolveria o problema em mãos senão à polícia!?) fazer queixa de que tinha sido roubada  pelo ex-presidiário. Claro que o “hitman“, em sua defesa contou toda a verdade e nada mais que a verdade. Agora, estão os três em tribunal, a cliente por ter encomendado o assassínio, o assassino por extorsão e a vítima por co-participação na fraude.

Esta história parva, insólita, como preferirem chamar-lhe, aconteceu esta semana em Pindubaçu, no Brasil. É uma notícia do JN e podem ver no link abaixo.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Brasil/Interior.aspx?content_id=2009299&page=-1 

Mas agora vamos ver bem a coisa. A foto apresentada a seguir, foi a prova que o assassino providenciou à sua cliente do crime e, pelo amor da santa, será preciso o Stan Lee fazer um desenho fantástico à cliente para ela pelo menos desconfiar daquela foto? Vejam com os vossos olhos.

A faca está descaradamente entre o tronco e o braço da vítima, meio presa pelo pouco de tecido que resta no único buraco que a moça tem, o qual não mostra qualquer “fatiadela”, apesar daquele ketchup todo. Aquele truque amador é usado em cenas de teatro, cinema de extremamente baixíssimo orçamento, é um truque barato digno de desconfiança por parte da cliente. Mas cliente errou em não notar no local exageradamente conveniente onde a faca estava “espetada”. Como a senhora ao errar, é à grande e à francesa e nunca à média e à belga, ainda foi à polícia queixar-se.

Burrice?

Ingenuidade?

Muitos visionamentos de 007 em “Casino Royale”? Talvez. Talvez a senhora tenha visto o filme 10 vezes e pensou que dominou a técnica perfeita de bluff. E obviamente que a técnica dela seria infalível, para ela. Para a policia, obviamente que não.

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Esta semana, dois dias antes da entrega dos prémios de mérito aos alunos do secundário, os mesmos foram cancelados. Mas pelos vistos, nem todos sabiam, mesmo tendo sido anunciado na imprensa. Vejam.

Aluno perdeu prémio de mérito minutos antes da cerimónia.

Pedro Rocha deveria ter recebido 500 euros na segunda-feira passada, numa cerimónia em Constância com a presença do ministro da Educação. Mas minutos antes a directora soube que não poderia entregar o prémio monetário e suspendeu o anúncio.

“Estava tudo pronto para entregar o cheque ao aluno, mas lembrei-me que responsáveis da Direcção Regional de Educação [DREL] me tinham dito informalmente que este ano iria haver algumas alterações. Não especificaram quais e perguntei ao ministro se os prémios de mérito poderiam ser entregues: disse-me que não”, contou Anabela Grácio à agência Lusa.

A presidente do Agrupamento de Escolas de Constância teve conhecimento da suspensão do pagamento dos prémios de mérito a poucos minutos do início da cerimónia do Dia do Diploma, antecipada para segunda-feira em Constância porque o ministro Nuno Crato estaria em Bruxelas na sexta-feira, quando se assinalava a efeméride.

Foi apenas dois dias depois da cerimónia que a Imprensa noticiou a suspensão do prémio monetário de 500 euros que tem como objectivo distinguir os melhores alunos do ensino secundário de cada escola, tendo o ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, esclarecido depois que a opção de suspender a atribuição do prémio já tinha sido tomada “há bastante tempo”.

“Já decidimos isso há bastante tempo, houve qualquer problema de comunicação”, afirmou o ministro, confrontado com as críticas por o anúncio da deliberação só ter sido conhecido na quarta -feira.

“Achamos melhor que os 500 euros que estavam atribuídos a cada aluno” sejam “atribuídos a projectos de escola, a projectos de apoio aos alunos e não devemos estar simplesmente a distribuir dinheiro”, esclareceu Nuno Crato.

Pedro Rocha, que concluiu o 12.º ano com média de 18 na área profissional, só soube na sexta-feira que tinha sido distinguido com o prémio. Em declarações à Lusa, Pedro comentou desta forma a decisão do ministro: “O dinheiro faz jeito a todos”.

O jovem conquista pelo terceiro ano consecutivo todos os prémios em disputa: Prémio Camões, Prémio SenSoSim (Sensibilidade, Solidariedade, Simpatia) e, este ano, o prémio de mérito.

Considerado “tecnicamente muito bom” pela directora da escola, este ano Pedro não vai prosseguir os estudos por “decisão pessoal”.

Constância foi o primeiro local no país a acolher as cerimónias antecipando-as para segunda-feira, 26 de Setembro, tendo convidado para o efeito o ministro da Educação.

Na ocasião, Nuno Crato afirmou que o Ministério da Educação quis que o Dia do Diploma, ou Dia do Mérito, fosse celebrado em todas as escolas, “não propriamente para distribuir dinheiro, embora também se possa distribuir dinheiro, mas para celebrar o mérito dos alunos, pais e professores”.

Anabela Grácio reafirmou que a informação relativa àquela decisão “não chegou à escola” e que “só soube no dia em que ia entregar o prémio”, numa cerimónia onde se fizeram representar centenas de pessoas, entre professores, alunos, auxiliares de acção educativa e encarregados de educação.

A Lusa tentou contactar o gabinete de Nuno Crato, mas sem sucesso.

in http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2030163&page=-1

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Hobby: investir na banca

Esta semana, um corrector chamado Alessio Rastani criou uma espiral de polémica ao dizer que a Goldman Sachs, um dos maiores bancos do mundo, é que “manda no mundo”, afirmando ainda que a crise actual é uma grande oportunidade para enriquecer e completou com a confissão de que “sonhava com este momento há três anos”.

Com tanta polémica a imprensa ficou curiosa e investigou um pouco sobre esta manifestação física de sinceridade. Assim, descobriu que este personagem era um falso corrector e que na verdade, investimentos eram apenas um hobby. Ele não se considerava um charlatão, mas sim uma pessoa que gosta de dar nas vistas e dar uma entrevista à BBC tinha sido uma boa oportunidade e bem aproveitada.

A ironia desta situação é que, apesar de Alessio dizer que a crise servia para ganhar dinheiro, actualmente, este senhor possui a extravagante e obscena quantidade monetária de 1000 euros na sua conta e deve mais 11 mil ao banco.

Aplausos para o palhaço que fugiu do circo.

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Para terminar, umas quantas belas fotos tiradas pelos profissionais da National Geografic.

Montanhas Adirondacks, New York

Reflexos em Chinatown, New York

Quarto "sobre" Brooklyn

Alpes Franceses

Preparação para desfile na Malásia

Divirtam-se

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